Endometriose e alimentação – o que comer?!

Boa tarde gente!!! Tudo bom?

Como prometi no domingo não vou sumir essa semana de novo ok?! Como semana passada fiquei em falta com vocês em relação ao post com a minha nutri, hoje decidimos trazer um tema super interessante. Vamos falar sobre uma doença que afeta várias mulheres, e que pode ter seus sintomas diminuídos a partir de uma boa alimentação. Então vamos ao textinho da Camilla?!

 

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A endometriose e a alimentação: saiba como diminuir os sintomas e controlar melhor a doença

endométrio é uma camada interna que reveste as paredes do útero e é renovada mensalmente através da menstruação. No caso da endometriose, esse revestimento se localiza fora da cavidade uterina ou em locais anormais, causando diversos sintomas. São eles: dor pélvica crônica, dor de ovário, dor intermenstrual, evacuação, diarreia ou constipação, dispareunia (desconforto durante as relações intimas), dor de cabeça, náuseas, vômitos, dor nas costas, formigamento nas articulações e possível paralisia momentânea, fadiga crônica e, em alguns casos, até mesmo ataques de pânico.

E para controlar a doença e diminuir os sintomas, a alimentação pode ser uma forte aliada!

As fibras são um alimento básico. Elas ajudam a diminuir a inflamação abdominal, auxiliam na digestão e no bom funcionamento do intestino e reduzem o estrogênio circulante no sangue, que é uma das causas para o desenvolvimento da doença.

 

fibras

 

O Ômega 3 – presente em peixes, nozes, tremoços, óleo de linhaça, entre outros – promove a produção de prostaglandina PGE1 que também reduz o nível de inflamação abdominal.

Os pacientes também devem inserir na alimentação anti-inflamatórios naturais, ou seja, aqueles que provem do alimento, como o alecrim, o gengibre, frutas vermelhas, abacaxi, mamão, nozes, castanhas, vegetais verde escuros, salmão, entre muitos outros.

 

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Agora vamos aos alimentos que devem ser evitados!

O leite de vaca e a carne vermelha podem contribuir para a estimulação da produção de prostaglandinas PGE2 e PGF2a. Essas podem ser responsáveis por alguns processos inflamatórios, sendo assim, é melhor evitá-los.

Também é preciso tomar cuidado com os xenoestrógenos (que são produtos químicos fora do organismo que agem como “falsos” estrogênios sobre as células-alvo das mulheres). Eles estão presentes em alimentos industrializados, com corantes, água não filtrada, shampoos com estradiol, pesticidas e herbicidas, antibióticos, anticoncepcionais, e em alimentos que foram aquecidos em recipientes de plástico. Sempre que possível também é importante dar preferência aos alimentos orgânicos.

É fundamental procurar ajuda de um nutricionista para que ele possa indicar quais alimentos devem ser incluídos ou retirados do plano alimentar de cada paciente”.

Por Camilla Faria, graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Juiz de Fora e pós-graduanda em Nutrição Funcional Esportiva na VpOnline, Belo Horizonte. 

E aí gente?! Gostaram desse post?! Cada textinho que a Camilla me envia ou até mesmo posta no instagram dela, eu vou percebendo o quanto a alimentação é nossa aliada ou vilã. Por isso, muito mais do que pela estética, mas pela saúde, devemos ter um bom acompanhamento nutricional.

Por hoje é isso, amanhã volto com mais um post pra vocês! <3

Beijos, fuuui!

 

 

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